no inferno astral dos mais paradisíacos.
como um avatar metaversal, dissocio do campo físico pra como aura explodir na entrega a quem me vê e exalta de uma forma que eu nunca conseguiria elucidar.
na permissividade que consigo extrair de minha mente analítica e defensiva, compreendo que se relacionar não é sobre possuir o território, mas explorar e desfrutar o terreno.
entre estímulos visuais e sensoriais que parecem um desencaixe perfeitamente tecido pelos deuses, a natureza , sábia, aplica cirurgicamente a dose de animosidade e delicadeza entre a gente.
extasiada a cada alinhamento ecliptico, capsulando o que há de mais terno e poderoso na potência de dois corpos em movimento e fusão.