
Este veio de um email para um amigo muito especial,
talvez o maior de toda uma vida...
Vamos tentar de novo?
[se as pernas não a impedissem,
se as pernas não tremelicassem;
provavelmente este monólogo seria menos hemogrâmico,
menos cardiogrâmico.
menos rítmico.
menos hospitalar.]
Enquanto copos voam sobre minha cabeça,
e a diagnose de minhas pernas não apresenta melhora.
Escleroso:
Vamos tentar denovo?
[Sem toda aquela palhaçada de sempre,
sem todo aquele chororô meloso e infantil.
Sem aquelas facas sem serra.
Sem aquela brincadeira sincera.]
Sinceridade vale o lixo.
O lixo próprio que a gente consome.
Todos os dias são oportunos
Pra que se possa fingir estar entediado mais um pouco.
Nunca o suficiente
Para além das brincadeiras.
Nunca o bastante
Para se deixar de lado.
Literalmente.
Be Good Tanyas me desmonta.
Literalmente
I could pretend to be the coolest girl you could had someday.
Mas, seriously.
Vamos deixar isso tudo pra depois.
O mais tarde sempre acaba vencendo.
Vou pegar toda minha bravura de menina, agarrar o Donald.
E fingir que não estou sozinha até pegar no sono.
[...bloqueio emocional...]
EnD.
.
.
.
nothing
compares
to
anything!
.
[se as pernas não a impedissem,
se as pernas não tremelicassem;
provavelmente este monólogo seria menos hemogrâmico,
menos cardiogrâmico.
menos rítmico.
menos hospitalar.]
Enquanto copos voam sobre minha cabeça,
e a diagnose de minhas pernas não apresenta melhora.
Escleroso:
Vamos tentar denovo?
[Sem toda aquela palhaçada de sempre,
sem todo aquele chororô meloso e infantil.
Sem aquelas facas sem serra.
Sem aquela brincadeira sincera.]
Sinceridade vale o lixo.
O lixo próprio que a gente consome.
Todos os dias são oportunos
Pra que se possa fingir estar entediado mais um pouco.
Nunca o suficiente
Para além das brincadeiras.
Nunca o bastante
Para se deixar de lado.
Literalmente.
Be Good Tanyas me desmonta.
Literalmente
I could pretend to be the coolest girl you could had someday.
Mas, seriously.
Vamos deixar isso tudo pra depois.
O mais tarde sempre acaba vencendo.
Vou pegar toda minha bravura de menina, agarrar o Donald.
E fingir que não estou sozinha até pegar no sono.
[...bloqueio emocional...]
EnD.
.
.
.
nothing
compares
to
anything!
.
.
.
.
A liberdade não mais pertence à imprensa.
Mas ao que, de alguma forma, consegue se fazer livre.
E ser livre, como qualquer outra coisa.
De nada mais depende, além de um ponto de vista.
Que eu e você podemos ter em comum.
E em controvérsia a um universo inteiro.
[ou não]
Fato é que me cansei dele.
[ou não!?]
But what a hell de
[Aim I]
. de vista
Only in the past - The Be Good Tanyas
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