acuada
e vulnerável
me encurralei
feito presa.
contra fatos não há argumentos, somente consequências.
na humildade de quem reconhece a fraqueza me retiro do recinto.
ressentida por me ver repetindo um padrão, baixando uma guarda que não deveria ter deixado.
eu guardo cicatrizes até hoje de quando isso aconteceu pela última vez. e como tempo quando anuncia que vai chover, elas estão doendo.
dói essa homogeneidade,
esse ser indissociável,
essa falha contínua,
essa coisa única e previsível.
volta novamente a doer muito ser eu.
{Pra ouvir: "All across the world"}
{Silverchair}

Nenhum comentário:
Postar um comentário