dia ensolarado.
céu azul.
uma playlist cubana tocando no celular.
fecho os olhos!
com a mão repousada na perna dele, o encaro séria e digo: abre o zíper, quero te sentir.
ele obedece.
imprudente, uma mão minha no volante, outra na braguilha dele, procurando sua pele sensível e macia.
seu falo em repouso, que exponho à luz majestosa do sol e acaricio, olhando pro trânsito enquanto ele me olha com um deleitoso espanto, em silêncio.
seu corpo fálico vai enrijecendo e crescendo e sua glande deságua comovente e abundante em minha mão direita.
preciso trocar a marcha do carro com a mão embebida de seu líquido seminal.
o faço, enquanto seu pau curioso se alonga pro alto como quem quer sair pelo mundo à procura de todas aventuras possíveis.
o fricciono devagar algumas vezes e o manipulo com firmeza.
o corpo que o carrega coloca a cabeça pra trás e geme.
"isso tá uma delícia!"
eu o solto, ele fica atônito por um segundo, o agarro denovo.
fricciono ainda mais, sua pele estica e lateja.
cuspo em sua glande desviando do trânsito e olhando fundo em seus olhos.
minha saliva cai em câmera lenta, e ele me diz: "abocanha. quero sentir toda umidade da sua boca nele. tô com tanto tesão que acho que gozo só de você encostar."
minha mão estrangula seu corpo fálico e o espreme em toda sua extensão, sentindo no percurso todas as texturas, veias, regularidades e irregularidades.
"isso dói, e é muito gostoso. me dá mais."
seu pau incha e enrijece ainda mais.
olhando em seus olhos, vou alternando o ritmo entre frenético e moderado mas com rigidez.
ele está a ponto de se desfazer inteiro, acelero o ritmo.
fecho os olhos.
o semáforo abre.
estou sozinha.
toca uma playlist cubana no meu celular.
o céu está azul e o dia está lindo.
e cheia de tesão, encharco o banco do meu uno recém lavado.
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